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Carlos Moisés (PSL) dá primeira entrevista como governador eleito em Santa Catarina

29/10/2018 às 09h16 - Atualizado em 29/10/2018 às 09h18

Por Paulinho K

 Por volta das 20h, diretamente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), Carlos Moisés da Silva (PSL) falou pela primeira vez como governador eleito do Estado. Ele fez um pronunciamento rápido agradecendo aos votos que recebeu neste segundo turno e respondeu apenas uma pergunta, deixando o local em seguida sem falar com outros jornalistas que o aguardavam no local.

Na única pergunta em que respondeu, sobre o percentual de votos, disse que acredita "que o eleitor fez a escolha e entendeu que é o momento de mudar de o Brasil e Santa Catarina".

Antes, durante o pronunciamento, Moisés disse que era uma satisfação estar ali, que queria agradecer aos eleitores de Santa Catarina e que tem "plena consciência da responsabilidade que recai sobre nossos ombros". Disse ainda que recebeu o TRE a notícia de que a votação no Estado ocorreu de "maneira tranquila, sem alterações graves que prejudicassem a lisura desta eleição".

Falou ainda sobre a campanha no primeiro e no segundo turno e que reiterava "a nossa confiança e dizer que a nossa campanha foi uma campanha realizada sem uso de fundo eleitoral e partidário, uma campanha de maneira simples que trouxe a renovação na esperança da política". Falou ainda que a ideia "é fazer política de forma diferente do que vem sendo feita" e que tem "um grupo de trabalho que fará de SC um Estado mais ágil, competitivo e que olhe para as pessoas" e que pretende "elaborar um projeto de lei que altere a estrutura do Estad, para depois pensar em pessoas".

Moisés afirmou ainda que a "responsabilidade aumenta ao saber que o presidente da República é do nosso partido, Jair Bolsonaro, no qual eu deixo o nosso abraço e parabenizo os catarinenses pela votação expressiva" e que a equipe de Moisés em Santa Catarina "saiu do anonimato de uma campanha que não tinha expressão e conhecimento estadual" e foi "contra muitas correntes de pesquisa eleitoral de que não chegaria no segundo turno".

Analisou que o resultado das urnas neste domingo "mudaram a forma de ver a política e a máquina pública" e que vai priorizar um "Estado enxuto com capacidade técnica". Falando ainda sobre o resultado, disse ainda que "alguns sempre vão festejar ou chorar, essa é a lei natural do processo democrático" e analisou ainda que este domingo "não é uma festa é o aumento do nosso compromisso com o catarinense" e que ele dará segmento "ao avanço técnico, mais ágil e eficiente para que atenda aos fins públicos da educação, saúde e infraestrutura".

Por fim agradeceu ao que ele chamou de "singela equipe de campanha" que teria sido composta por familiares, voluntários e pessoas contratadas "em momentos de socorro". Agradeceu "aqueles que doaram (dinheiro) e acreditaram no processo de renovação e ao catarinense que deu quase 72% dos votos em SC, mostrando inclusive um dado que não houve, anteriormente, esse dado de governador mais votado da história de SC".

Defendeu a mudança das leis da campanha eleitoral, citando que no primeiro turno teve apenas sete segundo de propaganda eleitoral gratuita na televisão e finalizou ao falar que "quem votou terá um governo que vai governar por Santa Catarina inteira" e que acredita que "é possível fazer diferente" e que tem "esperança no futuro do nosso Estado".

Foto: Diorgenes Pandini / Diário Catarinense / Diário Catarinense

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